terça-feira, 21 de setembro de 2010

Agamá


Nome Comum: Agamá
Nome em Inglês: Spiny-Tailed Lizard
Nome Científico: Uromastyx acanthinurus
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Subordem: Sauria
Família: Agamidae
Genero: Agama
Comprimento: 23cm, mais 17cm de cauda
Cor: variável
Características: Põe ovos. patas com 5 dedos
Distribuição Geográfica: Estes lagartos moram no Deserto de Saara, Marrocos, e da Mauritânia para o Egito.
Hábitat: Eles moram em desertos, arbustos, e em fendas de pedra.
Alimentação: são principalmente herbívoros; porém, eles às vezes comem insetos inclusive grilos, gafanhotos, e formigas.
Reprodução: botam ovos e levam vários anos para alcançar maturidade sexual. Até mesmo depois que eles alcançaram esta maturidade, eles não reproduzem regularmente.
Organização social: Machos e fêmeas são muito territoriais e solitários.
Vivo ou morto, o agamá é útil. Quando uma nuvem de gafanhos invade o deseto e começa a comer a escassa vegetação, o agamá os devora. Trata-se de um excelente ïnseticida". Sua carne é deliciosa, especialmente a da cauda. As meninas árabes algumas vezes uisam como boneca o seu corpo seco. Depois de removidos a carne e os espinhos, a cauda é utilizada como recipiente de bebidas em casamentos.
Uma das espécies mais conhecidas é o agama-de-cabeça-vermelha (Agama agama), comum na África. Em Moçambique é chamado de gala-gala. O seu habitat original é a savana, mas hoje ele também vive dentro de aldeias e cidades.
Os agamas formam grupos de dez a vinte indivíduos. O líder é um macho mais idoso, enquanto as fêmeas e os machos jovens constituem os outros membros do grupo. A sua cor é marrom escura durante a noite, mas depois da alvorada as cores do macho dominante modificam-se: o corpo fica azul claro, a cabeça e a cauda ficam laranja brilhante. Essas cores podem alterar-se dependendo do humor do macho dominante.
Quando lutam, os agamas sibilam e tentam atingir a cabeça do adversário com a cauda. Estes golpes podem ser muito violentos e frequentemente resultam em hematomas ou maxilares partidos.
O seu comportamento de alarme consiste num oscilar da cabeça, levantando-a duas vezes seguidas. Tendo a cabeça uma cor viva, este movimento torna-se muito notável.
As fêmeas do grupo são inteiramente castanhas. Frequentemente existe uma fêmea, mais altamente posicionada na hierarqueia do grupo, que permanece perto do macho e mantém as outras afastadas.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

TATUZINHO




NOME COMUM: Tatuzinho

NOME CIENTÍFICO: Ligia oceanica

NOME EM INGLÊS: Common sea slater or quarry-lice

OUTRAS ESPÉCIES: Philoscia muscorum; Armadillidium vulgare; Armadillidium nasatum; Porcellio scaber; Trichoniscus pusillus; Oniscus asellus;

FILO: Arthropoda

CLASSE: Crustacea

SUBCLASSE:Malacostraca

FAMÍLIA: Ligiidae

COMPRIMENTO: até 2 cm

ALIMENTO: vegetação apodrecida

CARACTERÍSTICAS: O tórax tem 7 placas duras. 7 pares de pernas


Os tatuzinhos não são nem insetos, nem moluscos. São crustáceos que se adaptaram à vida em terra firma, mas necessitam viver em um ambiente úmido e escuro. Por isso, procuram as cavernas, onde podem esconder-se sob pedras ou paus. Para conservar a umidade indispensável à sua sobrevivência, eles vivem em colônias. Empilhados uns sobre os outros, protegem-se do ressecamento por evaporação. Esses animais possuem órgãos dos sentidos, fora da sua carapaça, que os ajudam a encontrar locais úmidos.



O tatuzinho é encontrado em todo o mundo. Um das espécies mais difundidas na Europa é o tatuzinho-das-cavernas, comum nos lugares arenosos e nas florestas de pinheiros. Seu corpo cinza-azulado é mais chato do que o corpo dos demais espécies. As manchas brancas que aparecem no corpo, na altura das duas primeiras pernas, são as extremidades de finos tubos, pelo quais o animal respira. Nas regiões de clima temperado, a reprodução ocorre em abril e junho. O tatuzinho é uma espécie de bicho-de-conta que se enrola em forma de boa quando se toca nele.



Vivem sob pedras e matéria orgânica, tais como galhos e folhas. Alimentam-se de matéria orgânica em decomposiçã. Estes animais causam danos às raizes e às folhas das plantas, entretanto são muito eficientes como decompositores. São comumente encontrados em jardins cujo solo apresenta grande umidade.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Europa proíbe uso de grandes símios como cobaias para pesquisa científica

A ciência será obrigada a deixar de utilizar na Europa os grandes símios em seus experimentos e terá que limitar ao máximo, de acordo com regras rígidas, o uso de outros animais, em uma decisão aprovada pelo Parlamento Europeu após dois anos de intensas negociações.A nova regra proíbe o uso de chimpanzés, gorilas e orangotangos em experimentos científicos, enquanto o uso de outros primatas será objeto de uma "restrição estrita".
A Eurocâmara aprovou, em termos gerais, que as experiências com animais sejam substituídas, na medida do possível, por um método alternativo cientificamente satisfatório.
Os cientistas terão que trabalhar para que "a dor e o sofrimento infligidos sejam reduzidos ao mínimo", afirma o texto aprovado em sessão plenária pelo Parlamento Europeu, com sede em Estrasburgo (França).
Lei aprovada em 2009 proíbe testes de produtos cosméticosem animaisO uso dos animais só pode acontecer nos experimentos que têm como objetivo fazer avançar a pesquisa sobre o homem, os animais ou doenças (câncer, esclerose múltipla, Alzheimer e Parkinson).
A norma, que tem prazo de dois anos para ser adotada pelos Estados europeus, completa uma lei aprovada em 2009 que proíbe os testes de produtos cosméticos em animais.Mas o texto desagradou tanto os defensores de uma abolição total como os favoráveis à causa científica.
"O progresso da medicina é crucial para a humanidade e, infelizmente, para avançar é necessára a experimentação animal", afirmou o eurodeputado conservador italiano Herbert Dorfmann.
Já a eurodeputada parlamentar belga Isabelle Durant, verde, afirmou que "é possível reduzir o número de animais utilizados com fins científicos sem prejudicar a pesquisa".
Quase 12 milhões de animais são utilizados a cada ano com fins experimentais na UE. Segundo os especialistas, o estado atual do conhecimento científico não permite a supressão total do uso.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Ler para animais faz crianças melhorarem o aprendizado

Quando criança, eu contava história para o cão da família debaixo da mesa de jantar. Não tenho certeza de se Tuffy gostava disso, mas certamente melhorei muito minha capacidade imaginativa… alguém até consideraria esse o caminho para uma carreira de escritor. Uma pesquisa recente apoia essa teoria: o estudo da Universidade da Califórnia-Davis mostra que as crianças que leem em voz alta para seus animais melhoram as habilidades de leitura. Os participantes do estudo que leram em voz alta para cães durante o programa de dez semanas melhoraram sua leitura em 12%, deixando as crianças sem cães na mesma, sem melhoras.

O segredo do sucesso? A prática- e a falta de vergonha em entrar na história. “As crianças precisam praticar, praticar e praticar para serem boas leitoras”, explica Francine Alexander, chefe acadêmica dos livros infantis Scholastic. “E mesmo quando você está praticando, caso erre, pode se sentir desconfortável. Mas se você pratica com um cão, não se importa de errar.”

Na verdade, bibliotecas como a de Nova Iorque têm combinado com sucesso crianças, cães e livros. Também em Nova Iorque, a organização de doação de animais e organização de proteção de Bideawee, tem o projeto Reading to Dogs (Lendo para Cães) que resulta em leituras melhores, diminui faltas na escola, melhora a freqüência (inclusive tarefas) e melhora a confiança dos alunos. Aliás, até adultos têm produtividade maior com cães no escritório. Parece que descobriu-se uma maneira de melhorar a performance e satisfação na escola, trabalho e em casa- meu rabinho está abanando só de pensar nisso.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Jovens que espancaram cordeiros até a morte são poupados pela justiça

A RSPCA (Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals) está reivindicando uma punição mais severa para condenar dois adolescentes que assassinaram dois filhotes de cordeiros, na Austrália.

Os jovens tinham 16 anos quando, num ato de covardia e crueldade, espancaram até a morte os animais, em novembro do ano passado. Segundo matéria do jornal Top News, os criminosos confessaram o crime de crueldade e assassinato contra os animais, no entanto receberam uma pena simbólica, sendo apenas obrigados a participar de um programa comunitário.

Michael Beatty, da RSPCA, afirma que esse caso foi um dos mais terríveis já registrados em Queensland, nos últimos anos e que, portanto, a justiça deveria ser mais severa para evitar práticas parecidas no futuro.

“Precisamos coibir condutas como essa e diminuir cada vez mais os casos de crueldade contra os animais”, diz Beatty.

Segundo Michael, pouca coisa melhorou em relação às punições dadas a quem pratica crimes contra animais.


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Aprovado no Senado projeto de lei sobre cães e gatos que vivem nas ruas

Após oito anos tramitando no Congresso, foi aprovado ontem no Senado o projeto de lei que cria a política nacional de controle de natalidade de animais errantes por meio de esterilização, vetando definitivamente a prática da execução de animais saudáveis em centros de zoonoses.

A matéria, de autoria do deputado Affonso Camargo (PSDB/PR), recebeu uma emenda do senador Sérgio Zambiasi (PTB/RS), que amplia as possibilidades de métodos de esterilização de cães e gatos. O projeto retorna agora à Câmara para análise da emenda que recebeu no Senado, simultaneamente nas comissões interessadas. Caso não sofra novas modificações, o PLC 4/2005 seguirá à sanção presidencial para se tornar lei.

Realidade atual no Brasil

Apesar da execução de animais saudáveis ser inconstitucional, a prática em centros de zoonoses é uma realidade, com formas que variam entre injeção letal e câmaras de gás, havendo registros de choque elétrico em locais mais precários.

Fazendo as contas desse método adotado hoje no país, enquanto um animal é capturado pelas carrocinhas e recolhido para execução, dezenas de descendentes daquele mesmo animal continuam a nascer em progressão geométrica, perenizando o ciclo de sofrimento, abandono, fome e maus-tratos. E como a taxa de natalidade é comprovadamente maior que a taxa de eliminação, essa política governamental revela-se, ainda, mais onerosa para os cofres públicos em longo prazo.

Além de um problema humanitário, trata-se de um grave problema sanitário. Não vacinados, podem transmitir zoonoses e, quando morrem, suas carcaças são depositadas em qualquer lugar como aterros, terrenos baldios ou áreas de proteção ambiental, tornando-se focos de diversas doenças e poluentes de lençóis freáticos.

As emendas

O PLC 4/2005 recebeu parecer favorável em todas as comissões em que tramitou, chegando ao plenário, onde recebeu na Mesa a emenda do senador gaúcho Sérgio Zambiasi.

Originalmente, a matéria previa apenas a possibilidade cirúrgica de esterilização. Zambiasi justificou que, na época da iniciativa da proposta, a ciência não havia sinalizado novas possibilidades. O senador se baseou na lei que já vigora em seu estado. "Nossa lei não encerra outras formas de esterilização. É o correto. Sabemos que as universidades estão avançando rapidamente na possibilidade química de castração de machos, por exemplo. Não podemos ignorar o que já se sabe e estreitar dessa forma uma lei. Mais cedo ou mais tarde a castração química será uma realidade. A ciência não caminha para trás", concluiu.

E seguiu com a seguinte redação: "O controle de natalidade de cães e gatos em todo o território nacional será regido de acordo com o estabelecido nesta Lei, mediante a esterilização permanente", excluindo do texto a palavra cirúrgica, o que causou apreensão entre pessoas da área que não estavam seguras a respeito do método químico. Para sanar o problema, a emenda recebeu uma subemenda na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) - um acréscimo ao texto que garantisse o bem-estar do animal: "esterilização permanente, cirúrgica ou não, desde que ofereça o mesmo grau de eficiência, segurança e bem-estar ao animal".

Tudo isso deverá ser trabalhado na regulamentação da lei, que ocorre nos 180 dias após a sanção presidencial, assim como toda a estrutura e a fiscalização necessária para este fim. Outras importantes medidas de controle também fazem parte do texto do PL, como a educação em guarda responsável, programas de adoção, o registro e a identificação de animais com microchip.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Jumenta amarrada em paraquedas passa por checkup

A jumenta que foi amarrada em um paraquedas na Rússia recebeu atendimento veterinário nesta quarta-feira (4), na escola de equitação do Kremlin, em Moscou.

Anapka foi protagonista da cena que chocou centenas de banhistas de uma praia no país. Testemunhas disseram que era possível escutar os urros do pobre animal lá do alto, enquanto era puxado por um barco.

O grupo responsável pela crueldade disse que o ato foi "apenas uma forma de atrair turistas" para a praia particular. Apesar dos maus-tratos sofridos, a jumenta não ficou ferida. A polícia abriu inquérito para investigar o caso.

Os defensores dos animais se escandalizaram com a "aterrissagem" do animal, classificada de difícil, mas o proprietário, um habitante da região, declarou não ver mal em ter feito a jumentinha voar.